O levantamento é o começo, não a entrega.
A plataforma de operação da faixa de servidão · 138–500 kV
Coleta LiDAR, drone e inspeção de campo entram. Risco classificado, ordem de serviço e prova auditável saem — com autor, data e a régua que valeu em cada um.
- LiDAR aerotransportado
- Satélite
- Drone
- Campo com foto e GPS
Em produção hoje
- O dado entra
- estruturas cadastradas · missões planejadas antes do voo
- Vira risco classificado
- vegetação e estrutura na mesma taxonomia
- Vira ordem de serviço
- com responsável, prazo e evidência de campo
- Vira prova auditável
- autor, data e ação, risco a risco
Risco classificado, despachado e auditado
O que sai do voo é uma medida, não uma impressão
A nuvem de pontos dá a altura de cada copa e a flecha de cada condutor. O afastamento entre os dois é medido vão a vão — e é esse número, contra a régua do contrato e da tensão, que decide a severidade de cada risco.
O perfil ao lado é esquemático: ilustra a rampa de severidade, não um levantamento de cliente.
A régua é a do seu contrato
Cada cliente tem um critério de distância e altura, e o mesmo dado vira severidade diferente conforme o critério vigente. O que está acima da régua é marcado como fora do critério — não some, não vira falso positivo.

Planos de voo para drones, automatizados
Nós criamos o plano — detalhada, circular ou expressa — e a plataforma faz o resto: reconhece a estrutura-alvo, mede a cobertura do corredor, versiona cada alteração e reproduz o voo na tela antes da primeira foto.

A nuvem de pontos abre no navegador
245 milhões de pontos de uma linha de 8,6 km, sem plugin e sem estação de trabalho. A árvore em risco aparece como volume, não como ponto — e a cor de cada classe é sua, salva na sua conta.

Cada risco carrega quem decidiu
Quem viu, quem validou, quem despachou, quem executou em campo e quem certificou — com data e evidência. É a mesma trilha que sustenta a medição do contrato.

Fluxo operacional
Do pedido à entrega
A coleta e o processamento não trocam de mãos no caminho.
Catálogo de 40 serviços • Proposta com escopo definido
Pedido & Cotação
Cliente monta o pedido no catálogo, seleciona serviços e solicita uma proposta personalizada com escopo detalhado.
Checklist digital • Ordem de serviço rastreável
Mobilização
Emissão da Ordem de Serviço, aprovação técnica, mobilização de equipe e aeronave para o trecho contratado.
LiDAR ≥ 1.000 pts/m² • SIRGAS 2000 • Precisão ± 5 cm
Coleta em Campo
Voo LiDAR com aeronave de asa fixa ou multirotor. Implantação de GCPs, controle de qualidade em campo e validação de densidade.
Pipeline automatizado • Revisão humana • COG/LAS 1.4
Processamento
Classificação ASPRS da nuvem de pontos, geração de MDT/MDS, análise de faixa de servidão, extração de feições e relatórios técnicos.
WebGIS interativo • API de consulta • Acesso vitalício
Entrega do Gêmeo Digital
Portal WebGIS com visualização em mapa, download de KMZ/PDF, relatórios R1–R13 e banco GIS completo.
A cadeia completa
Do levantamento à decisão
Coleta LiDAR, drone e inspeção de campo entram de um lado. Do outro sai risco classificado, ordem de serviço e prova. Os quatro elos abaixo já rodam sobre um acervo de produção, não são projeção de brochura.

O dado entra
Estruturas cadastradas e missões planejadas
O plano de voo e as fotos previstas existem antes de a equipe sair.
Vira risco classificado
Vegetação e estrutura na mesma taxonomia
A varredura e o apontamento manual em campo entram pelo mesmo caminho.
Vira ação e ordem de serviço
Campanhas com responsável e prazo
A evidência de campo é exigida antes de a ação poder fechar.
Vira prova auditável
Autor, data e ação, risco a risco
O histórico grava quando o trabalho acontece, não depois, para o relatório.
O dado entra
Estruturas cadastradas e missões planejadas
O plano de voo e as fotos previstas existem antes de a equipe sair.
Vira risco classificado
Vegetação e estrutura na mesma taxonomia
A varredura e o apontamento manual em campo entram pelo mesmo caminho.
Vira ação e ordem de serviço
Campanhas com responsável e prazo
A evidência de campo é exigida antes de a ação poder fechar.
Vira prova auditável
Autor, data e ação, risco a risco
O histórico grava quando o trabalho acontece, não depois, para o relatório.
O levantamento é o começo, não a entrega.
Qualquer fornecedor entrega LAS e KMZ. O que não se copia é o que acontece depois do arquivo chegar.
Prova, não relatório
A auditoria não é um anexo no fim do mês
Todo evento fica registrado no momento em que acontece: o risco que nasceu do voo, a triagem que o classificou, a ordem que o despachou, a foto que o campo enviou e a certificação que o encerrou. Quando alguém pergunta “por que essa árvore foi cortada?”, a resposta tem autor, data e a régua que valia naquele dia.
A trilha já corre sobre um acervo de produção, evento a evento. Um fornecedor de serviço entrega o laudo do dia da coleta. A trilha responde pelo que veio depois dele.
- Cada evento guarda autor, data e ação
- Quem mudou o estado do risco, quando mudou e o que mudou. O registro é gravado no momento em que o trabalho acontece, não montado depois para o relatório.
- A consulta é por risco, não por planilha
- Abre-se um risco e o histórico dele vem junto: apontamento, classificação, despacho da ação e evidência de campo, na ordem em que aconteceram.
- A evidência de campo fica presa ao registro
- A foto e a coordenada exigidas no apontamento não vivem numa pasta paralela. Elas fazem parte do mesmo histórico que o auditor vai ler.

Cada bloco é um evento no histórico do risco. O mais recente sela a sequência anterior.
Traga o dado de quem você quiser
A plataforma lê LAS/LAZ, ortofoto e KML de qualquer fornecedor, nos padrões que o seu contrato já exige — SIRGAS 2000 e ASPRS LAS 1.4. Se um dia você trocar de fornecedor de levantamento, o histórico continua seu.
Problemas reais · Soluções concretas
Para cada desafio operacional,
uma solução comprovada
Transmissoras e distribuidoras enfrentam os mesmos problemas. O SmartLine foi construído para resolver cada um com dados LiDAR, automação e rastreabilidade regulatória.
Risco de Vegetação causa desligamentos
Impacto
40% das interrupções não programadas são causadas por vegetação (ANEEL)
Solução SmartLine
Modelo MAC (aproximação de copa): clearance entre a copa e o condutor, com severidade pelo critério do contrato
Benefício
Poda priorizada por clearance medido, não por calendário de ronda
Cruzamentos fora de conformidade NBR 5422
Impacto
Multas regulatórias ANEEL e interdição por órgãos fiscalizadores
Solução SmartLine
Modelos MCB e MT: cabo baixo ao solo e travessias via LiDAR
Benefício
Conformidade demonstrada por medição, com os relatórios R1–R13 na plataforma
Inspeções manuais são caras por km e expõem equipes em campo
Impacto
Acidentes de trabalho e custo elevado por km inspecionado
Solução SmartLine
Missões semiautônomas com rede NTRIP RTK e precisão ≤5cm
Benefício
Menos exposição de equipe em campo, com plano de voo registrado antes da saída
Invasões na faixa de servidão geram risco e processos
Impacto
Processos judiciais, risco à população e multas ANEEL
Solução SmartLine
Modelo MEF: clearance entre condutor e edificação, via LiDAR e drone
Benefício
Trilha de auditoria do apontamento ao encerramento: quem despachou, quem executou, quem certificou
Resultados verificáveis
Dados do campo,
não de brochura
Cada afirmação abaixo é rastreável ao acervo em produção da plataforma ou a uma regra verificável no código. Nada estimado, nada extrapolado.
Vegetação e estrutura no mesmo acervo
Risco de copa, de queda de árvore, de cabo baixo, de travessia e de edificação vivem sob a mesma taxonomia e o mesmo caminho de despacho.
Acervo em produçãoFoto e coordenada obrigatórias no campo
O apontamento manual só é aceito com foto anexada e GPS válido no momento do registro. Sem evidência, não grava.
Regra no códigoTrilha de auditoria por risco
Cada mudança de estado de um risco guarda autor, data e ação, consultável risco a risco.
Acervo em produçãoSeveridade vem do critério do contrato
O rótulo e a cor de cada faixa saem do critério daquele contrato e daquela tensão, não de um padrão fixo da ferramenta.
Regra no códigoEspécie da vegetação identificada por IA
A foto do risco, tirada com a árvore ainda em pé, devolve o nome científico e, quando existe, o popular em português. Depois da poda não há mais o que identificar — por isso a leitura acontece antes, e só nela.
Regra no códigoReinspeção com desfecho no local
Na revisita, cada risco recebe confirmado, sanado ou possível falso positivo direto no campo. O escritório recebe o desfecho, não uma pilha de fotos para triar depois.
Regra no códigoE o levantamento, quando você precisar
Quarenta serviços para alimentar a plataforma
LiDAR aéreo de alta densidade, ortomosaico, inspeção RGB e termográfica, marcos geodésicos e biblioteca de missões semiautônomas — 40 serviços em 14 grupos, contratados por unidade, com entregável definido. A plataforma funciona com o nosso levantamento e com o de terceiros.
LiDAR Aéreo de Alta Densidade
Nuvens ≥1.000 pts/m², MDT/MDS ≤0,5m. Base geoespacial de todos os produtos. LAS 1.4, SIRGAS 2000, ASPRS.
Ortomosaico e Nuvem SfM
Ortomosaico RGB GSD ≤5cm e nuvem SfM para corredor, faixa de servidão e subestações. SIRGAS 2000.
Imagens de Satélite HR
Cenas RGB e multiespectrais para monitoramento de vegetação, uso do solo e mudanças sazonais do corredor.
LiDAR Terrestre e MLS
Sub-centimétrico para estruturas críticas e as-built de componentes em áreas urbanas e subestações.
Análise de Risco Elétrico
MAC, MCB, MT, MTR, MEF, MPQ. Severidade segregada por nível, com ranking de criticidade para priorização de O&M.
Modelo Vetorial 3D
Vetorização completa de torres, cabos, catenárias e cruzamentos em PLS-CADD. Base para recapacitação.
Cadastro e Relatórios Geométricos
Ficha por estrutura: altura, coordenadas, vão médio, flecha, distâncias MAC/MCB e inclinação. 100% documentadas.
Ambiente GIS Operacional
Projeto QGIS/ArcGIS completo: traçado, estruturas, riscos, faixa de servidão, uso do solo. Atlas PDF para campo.
Biblioteca de Missões Semiautônomas
Planos de voo automatizados para drones — detalhada, circular e expressa. Orbital de torre, corredor e RTK para áreas críticas (≤ 5 cm).
Inspeção RGB e Termográfica
Alta resolução e termografia de torres, isoladores e conectores. Pareamento automático da térmica com a RGB do mesmo disparo. No relatório de anomalias, o ponto quente crítico é caracterizado pelo limiar de ΔT do critério de quem contrata.
Marcos Geodésicos e GNSS
Implantação e rastreio para controle posicional. Precisão horizontal ≤10mm+1ppm. SIRGAS 2000.
Treinamento em Missões Semiautônomas
Curso 16h para equipes de O&M. Turmas 4-8 alunos. Certificação interna + biblioteca de missões configurada.
Geoespacial de Subestações
True-ortomosaico HD GSD ≤2cm, 3D Gaussian Splatting, BIM LOD 300 e planta planialtimétrica.
Infraestrutura técnica
Automações Inteligentes
Rotinas críticas em execução contínua, integradas ao pipeline de coleta e análise.
Processamento de Mídias
Worker extrai frames georreferenciados e EXIF, com pareamento automático térmica↔RGB
Operacional
Análises Operacionais
Reincidências por campanha e execução própria vs terceiros
Operacional
Biblioteca de Missões
Planos KMZ/WPML circulares e detalhados versionados, com fotos planejadas pareadas
Operacional
As perguntas que chegam antes do contrato
Cinco respostas honestas. Se a resposta ainda não fosse verdade hoje, a pergunta não estaria aqui.
Vocês fazem o voo ou só o software?
Os dois. O levantamento LiDAR, o voo de drone e a inspeção em campo são serviços do catálogo. A plataforma é onde o resultado desse levantamento passa a ser trabalhado. Contratar só a coleta é possível, e contratar só a plataforma também.
Meu LiDAR foi levantado por outro fornecedor. Serve?
Serve. O que entra na plataforma é o produto do processamento, não o equipamento que voou: riscos classificados, estruturas, traçado e ortofoto. Padrão LAS 1.4 e georreferência SIRGAS 2000 são o contrato de entrada.
O que acontece com o dado depois da entrega?
Ele continua trabalhando. O acervo fica na plataforma — riscos classificados, estruturas cadastradas, traçado e ortofoto. A próxima campanha começa do que já existe, não de um arquivo reaberto do zero.
Consigo apontar um problema que o processamento não pegou?
Sim. O apontamento manual em campo cria o risco na mesma taxonomia dos riscos detectados, com foto e coordenada obrigatórias. É o canal para o que a varredura não enxerga: corrosão, isolador, conector, cabo rompido.
Como provo para o regulador que a ação foi executada?
Pela trilha de auditoria. Cada evento do risco guarda autor, data e ação, e a evidência de campo fica anexada ao mesmo registro. A trilha já corre sobre um acervo de produção.
Próximo passo
Comece pela linha que mais te preocupa
Uma linha, um voo, o ciclo inteiro — e você decide se estende para o resto do sistema.
Plataforma em produção
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